O candidato do PSDB à Presidência da República (Nosferatu Serra) está fazendo o 'inesperado'. Começa a ficar clara a má intenção do representate da direita no Brasil. Serra agora está veiculando uma propaganda prometendo aumentar para R$ 600,00 (seiscentos reais) o salário-mínimo. Logo ele, que participou de um governo que dizia que aumentos ao salário mínimo quebrariam o país, inviabilizariam as empresas, tornaria inadimplentes as prefeituras. Eram esses os argumentos que usavam para manter os pobres em seu estado de miséria - eles não podiam ter aumentado o seu poder de compra.
No rastro desse discurso estavam os 'economistas de plantão' nos diversos canais de televisão, apoiando as decisões do nefasto governo e tentando incutir na cabeça das pessoas que: os míseros 70 dólares do salário-mínimo daquele governo era o que se podia pagar para não tornar inviável o país. Como exemplos desses 'embaixadores da vergonha', destaque-se, principalmente a 'gloriosa e subalterna' Míriam Leitão (Globo).
Não foram poucas as vezes que as organizações sociais pleitearam um aumento maior para o salário-mínimo, mas que tiveram suas alegações suprimidas pela imprensa porca do país na defesa de um governo que os alimentava com o dinheiro da propaganda oficial e os tornava 'fiéis defensores das verdades do governo FHC.
Mas Deus é Pai não é padrasto. Veio o Lula e estabeleceu uma política de aumentos reais ao salário-mínimo e as pessoas perceberam que o país não quebrara - como dizia a Míriam - muito pelo contrário, começamos a viver o 'espetáculo do crescimento'. 28.000.000 (vinte e oito milhões de pessoas deixaram a linha de pobreza e hoje as classes C e D tem mais poder aquisitivo do que a classe (poderosa) B. A classe média cresceu e hoje já ultrapassou 50% da população. O país consome e independe do consumo externo (exportação).
No trajeto dessas transformações, os mesmos economistas nas suas respectivas emissoras de tv lançaram sistematicamente ataques à política de valorização do salário-mínimo que o governo adotara. Dentre os principais argumentos estavam a responsabilidade fiscal, a capacidade das prefeituras em pagar os novos valores e o aumento da carga das empresas.
Entretanto, até agora nada se viu em relação à proposta do candidato tucano. Não se vê um único economista criticar a irresponsabilidade fiscal do candidato, diferentemente do que ocorreria com a Dilma - que se propusesse uma coisa assim seria atacada imediatamente com o argumento que as contas do governo não fechariam e que a conta ficaria nas costas dos contribuintes, das empresas, dos estados e das prefeituras. Pura balela. São nessas coisas que se vê o desmedido comportamento da nossa porca imprensa, que vilipendia o que deveria ser sagrado: a informação.
Outro candidato (Joaquim Roriz - PMDB) - a fim de vencer as eleições a que concorreu - também fez promessas de aumentar salários (nesse caso de servidores públicos do DF). Ele conseguiu ultrapassar seu oponente (Geraldo Magela - PT) com as tais promessas e vencer a eleição. A diferença entre eles era pequena. Os servidores públicos que venderam (literalmente) seus votos jamais tiveram o tal aumento prometido. Viram suas condições de trabalho piorar absurdamente, assim como o seu salário se corroendo a cada dia. Espero que isso jamais aconteça com o povo brasileiro.
O Serra está mentindo - ele mente descaradamente.
Não se deixe enganar, vote Dilma 13. Leve o seu título de eleitor e mais um documento com foto (Identidade ou Carteira de Habilitação). Continuemos a mudança. Retrocesso jamais.
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