O Brasil não pode ter um presidente da república que tem como único objetivo econômico o de beneficiar a elite paulista em detrimento do restante do país. Seria uma erro irrecuperável entregar a Presidência a um grupo que mais se assemelha a uma horda nazista.
O preconceito dessas pessoas não é novo. O primeiro e grande preconceito que a porca-imprensa brasileira disfarça e esconde é o preconceito contra os cariocas. Alguns paulistas afirmam que são preguiçosos e que só em São Paulo se trabalha enquanto no Rio se divertem.
Agora, temos um candidato à Presidência da República que alega ser culpa dos 'migrantes' a decadente e péssima educação oferecida no Estado de São Paulo. Tudo isso com o apoio e a proteção da porca-imprensa do país. Aquela que está em todo contrato suspeito do governo mentiroso e ineficaz paulista.
O PSDB indicou um homem que não tem visão de país. A única coisa que ele vê é o sectarismo. Visão esta ovacionada por alguns integrantes da eliste industrial paulista que pensa que é autosuficiente e que o Brasil é um 'estorvo'. Essas pessoas enriqueceram explorando mão-de-obra barata de nordestinos que, governo após governo, beneficiava o estado de São Paulo em detrimento dos demais. Concentrando lá recursos e condições para desenvolver a indústria. Construíram seus castelos em cima da honra, do trabalho, do suor e do sangue de pessoas vitimadas e exploradas pela velha política assimétrica e discriminatória de São Paulo através de seus políticos.
De repente, o Brasil tem um Presidente que olha o país como um todo e faz o que deveria ser feito há muito tempo no país: distribui riqueza de maneira mais justa e honesta. De repente se vê o movimento de ódio de quem sempre se beneficiou das injustiças no país.
O Presidente Lula inaugurou um fase de justiça social e desenvolvimento distribuído. Não prejudicou São Paulo, mas a horda odiosa que tomou conta da política paulista vende aos paulistanos a idéia de que o governo lhes tira alguma coisa e que eles são um tipo especial de pessoas, vertendo o seu ódio guardado sobre os mais fracos: os 'migrantes'.
A estratégia do paulista Serra é rasteira e se assemelha à estratégia da ascensão do nazismo na Alemanha. As mentes fracas sucumbem, só alguns poucos vêem com clareza o mal contido nela.
Os brasileiros de verdade precisam lutar contra esse mal que nos ameaça como povo e como nação íntegra e diversificada. A contraposição a esse dano é Dilma Rousseff, que representa o governo plural e equilibrado do Presidente Lula.
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