domingo, 25 de abril de 2010

Serra e suas orações sem sujeito.

'Nosferatu' Serra, a cada dia, mostra mais de sua falta de capacidade para dirigir um país. Em seus discursos, o senhor Serra tem se pautado pela completa falta de definição. Comecei a percebe isto quando da visita do candidato à nossa cidade (Natal/RN). A toda crítica que fazia, seguia-se uma oração sem 'sujeito', isto é, sem a definição de quem realizaria a ação de contraposição à área criticada.

Por exemplo, o 'ilustre' criticou a obra do Aeroporto de São Gonçalo/RN, dizendo que a obra estava lenta e só havia a pista do aeroporto, mas não havia os terminais de carga. 'Tem que fazer uma PPP.' (disse ele). Neste momento, pergunto eu: Quem tem que fazer uma PPP, senhor Serra? Seria o atual governo? Seria um possível governo seu? Seria o estado do RN? Seria o município onde está o aeroporto? Seria o Batman? Seria o Super-Homem? Quem, afinal, seria o responsável por fazer uma PPP, candidato?
Sobre esse mesmo ponto, ainda restam perguntas sobre a intervenção do Serra. Construir os terminais de carga seria o suficiente? A PPP citada pelo senhor também faria as vias de acesso ao aeroporto? Se seria usada uma PPP para construir os terminais, a iniciativa privada os exploraria sob que regime?
Bem, como se pode constatar a crítica do Serra é vazia, como, aliás, é vazio todo o conteúdo do seu próprio partido.
Continuemos a analisar a consistência das 'inexistentes propostas' do senhor Serra. Dias atrás o candidato resolveu atacar a boa relação do Brasil com seus vizinhos latinoamericanos dizendo que o Mercosul 'é uma farsa', 'O Mercosul deve ser flexibilizado.' - disse ele.(Entrevista à FSP) De novo cabe fazer algumas perguntas necessárias: O que iríamos 'flexibilizar' no Mercosul, candidato? Quem iria 'flexibilizar' o Mercosul? Como seria feita essa 'flexibilização'? Se o bloco é 'uma farsa', porque, então 'flexibilizar'? Quem gostaria de 'flexibilizar' 'uma farsa'? Quem seria capaz de 'flexibilizar' essa 'farsa'? Qual seria o ganho para o país ao 'flexibilizar' essa 'farsa'? O senhor sabe o quanto o Mercosul é importante para a economia brasileira hoje? O senhor sabe que o Mercosul também ajudou o Brasil a superar a maior crise econômica mundial de todos os tempos? O senhor acha que esse simulacro, arremedo, 'farsa' não tem importância ante esse fato? Por fim: O senhor sabe o que está dizendo?

Eu não sou economista, mas tenho alguma noção de comércio exterior e de economia em geral. Para um 'economista' parece incipiente o comentário desse homem que pleiteia ser Presidente da República e, por outro lado, valoriza imensamente o Presidente metalúrgico que temos hoje. Pois, em não sendo, economista como nosso 'glorioso Nosferatu Serra', deu aulas de economia ao mundo todo quando, em mar revolto, conduziu a nau do país por águas tranquilas, só atingida por mínimas 'marolinhas' eventuais.

À mesma FSP, disse o tucano:"Faltam estradas melhores, trens, investimentos em armazéns, portos e aeroportos.". Eu digo: Se faltam, você os vai construir? Quem iria, então? Seu irmão gêmeo (FHC) não o fez, por que você o faria? O que é uma estrada melhor? Seria uma que tem pedágio caríssimo? Ou seria uma que é administrada por alguma empresa que lhe tem simpatia? Faltam trens? Então por que o governo de que você participou tentou destruir as últimas linhas existentes no país, ao invés de reconstruí-las?

Há de se observar que nesta última investida, o candidato tentou atribuir às próprias estradas, trens e armazéns a responsabilidade pelo ato de fazer. É lastimável ver uma pessoa que se diz preparada para governar um país como o nosso agindo dessa maneira.

Há, contudo, uma explicação pela falta de compromisso do senhor Serra: ele não quer dar motivos para que lhe cobrem posteriormente. Se o fizerem, ele, certamente, dirá: Eu não disse isso. Acredite, nesse caso, ele estará falando a verdade. Tudo o que ele quer é se esquivar, pois, como se sabe, ele treme ante os desafios.

Infelizes de nós brasileiros, se elegermos um homem desses para Presidente do Brasil. Não vamos brincar com o futuro da nação. Lula conduziu o país maravilhosamente até aqui. Tirou o país de uma era de trevas e nos trouxe à luz. A luz que fez com que o mundo pudesse nos ver e notar a nossa importância. Só Dilma pode dar continuidade a esse trabalho, retroceder seria a prória aceitação da desgraça.

Serra treme e foge ante dificuldades.

A visita de Serra à Natal na semana passada foi recheada de gafes, pratos-cheios para comentários. O fato mais escandaloso foi quando lhe perguntaram sobre a questão do exílio na ditadura. "...Era um período agitado no Brasil, em que todo mundo foi exilado. Eu não fui masoquista pra ficar e ser preso”. (Leia o artigo completo aqui http://tribunadonorte.com.br/noticia/rio-grande-do-norte-ficou-para-tras-diz-jose-serra/146430 )
Era como se fosse opção de todos os nossos presos políticos o sofrimento, a tortura a prisão. Embora o exílio seja condenável, ele demonstra claramente que o regime militar não julgava como ameaças aqueles que foram exilados. Se fossem uma ameaça real, seriam presos e torturados. Hoje o senhor Serra, alardeia sua condição de 'exilado político' em detrimento à prisão e a tortura dos que ficam no país. A imprensa, é claro, bradou aos quatro ventos a declaração da Dilma, quando ela disse que não abandonou o barco. Agora, contudo, não se publica uma única linha sobre esse verdadeiro pecado do sonho de consumo de nossa imprensa vendida.
Isso mostra contra quem lutamos e as forças que teremos de enfrentar nas próximas eleições.

A declaração de Serra mostra bem quem ele é, e ele é o que Dilma diz que ele é: ele desiste quando aparece a primeira dificuldade a sua frente. Eu (particularmente) chamo isso de covarde e qualquer pessoa que enfrente a vida com dignidade vai concordar comigo. O homem é um embuste. Um embuste da mídia que tenta construí-lo como uma alternativa à Presidência do Brasil.
Não consigo entender, porém, como o PT e os partidos que o apóiam não conseguem dar luz a estas 'pérolas' do Serra, o homem-fantoche. Não consigo entender como um grupo de empresários de escrúpulos duvidosos massifiquem essa mentira.
Lutemos todos contra isso, meus amigos. Lutemos contra a mentira, contra o atraso, contra a falta de amor pelo país, contra o cinismo e a corrupção travestida de ações de governo.

sexta-feira, 23 de abril de 2010

Natal pergunta: O que você fez Serra?

De passagem pela capital do Rio Grande do Norte, o candidato tucano, fez um mais um evento para a sua campanha à Presidência da República. Aqui, ele atacou tudo o que o Lula fez e que visava beneficiar o estado. Expôs, de novo, sua mais terrível contradição: disse que iria reforçar o programa Bolsa Família, depois de, tantas vezes atacar o programa e seus beneficiários.
No seu afã de buscar desesperada e subservientemente a atenção americana, o Serra - já conhecido como Nosferatu Serra, atacou a existência do Mercosul, dizendo que precisávamos ficar livres para realizarmos acordos de livre comércio com os EUA e a Europa. Na cabeça do nosso pretendente a Presidente, tudo o que é bom vem dos Estados Unidos e da Europa. Ele pensa que a América Latina é desprezível, digna de preconceito. Para ele o bom mesmo é ser discriminado em todos os fórums, bem como éramos na era FHC e Serra. Ele se esquece, contudo, que a maior parte dos nossos produtos de exportação tem como destino a América Latina, porque se os destinássemos aos EUA, estaríamos - a essa altura - num buraco sem-fim.
Viva a Lula e a sua sabedoria simples: não colocar todos os ovos numa mesma cesta.
Despois de tantas distorções do que o governo Lula tem feito, não é demais perguntar : O que o governo do FHC-Serra fez para nos beneficiar aqui em Natal/RN???? Eu já morava aqui nessa época e do que eu lembro é do apagão energético e o surgimento de famílias inteiras nos sinais de trâsito da cidade mendigando para não morrer de fome. Lembro do sucateamento de tudo, absolutamente tudo o que era público. Lembro da ameaça de fechar o antigo CEFET (Escola Técnica) e a tentativa de desqualificação da nossa Universidade Federal - UFRN. Lembro da dificuldade de se viajar pelas estradas federais do nosso estado pela enorme quantidade de buracos que havia, mesmo depois de privatizarem quase tudo - era de se esperar que houvesse dinheiro para o conserto. Não tenho uma única lembrança boa daqueles tempos e nem quero que eles voltem. Voto em Dilma para Presidenta do Brasil.
O senador José Agripino (DEM/RN) também não se conteve ao ver o seu candidato discursar e, falando ao povo, disse que éramos uns 'privilegiados' ao termos o 'candidato líder nas pesquisas' vindo nos visitar. Seria bom que o senador lembrasse que o senhor FHC também nos visitou sob seus auspícios e, assim como o Serra, nada fez pelo nosso estado. Creio que o senador acredita que as pessoas preferiram acreditar auto-sugestão a valorizar o que foi feito pelo governo Lula. O Serra está com medo, com medo de seu passado preconceituso contra os nordestinos e medo de sua ogeriza aos mais pobres. Na sua fala, Serra não fez uma única promessa destinada ao estado, não vislumbrou nenhuma melhoria que um possível governo chefiado por ele fosse fazer à população norte-riograndense. Serra mostrou-se como ele é: não há qualquer interesse em beneficiar qualquer coisa que não seja São Paulo, embora queira (sem fazer força) desvencilhar-se dessa pecha.
Há muitos interesses econômicos na eleição de Serra e todos eles baseados em um único e imponderável fato: ele não gosta do Brasil e nem dos brasileiros. Ele gosta de gente que fale outra lingua e que tenha dinheiro para exaurir nossas riquezas e depois levar o lucro para longe.
O Serra estribucha quando falam de privatização. Aos compradores da 'chepa' ele não deu qualquer obrigação, apenas direitos. A nós brasileiros deu-nos o direito de sermos extorquidos por serviços de péssima qualidade a preços exorbitantes. Já o dinheiro das infames privatizações, ninguém até hoje soube explicar o que foi feito dele.
Serra seria o presidente ideal para quem quer extorquir o povo, pois, o povo não entra nos jantares do Serra, e quando o povo reclama, ele chama a polícia e os autoriza a usar a força para reprimir opiniões contrárias. No mais fiel estilo 'ditadura tucana' ele infiltra agentes em associações e sindicatos para prender seus líderes e processá-los depois, exigindo-lhes dinheiro (ação do PSDB contra o sindicato dos professores de SP). Tudo isso sob a conveniente interpretação da nossa justiça. É demais para os nossos 'ricos' admitir que um pobre estude em escola boa, que tenha chance de frequentar uma universidade ou que tenha acesso à saúde. Esse quadro já foi pintado há muito tempo, desde que éramos colônia de Portugal. Embora faça tanto tempo, o senhor José 'Nosferatu' Serra insiste em sentir-se colonizado.

quarta-feira, 21 de abril de 2010

O projeto tucano é o de 'terra arrasada'.

Eis o mais perfeito e mais próximo exemplo do que nos espera em um futuro governo Serra. Isso, pode-se concluir pelas suas declarações aos 'arautos' da Veja.
Vejam o vídeo, o caso Argentino tem todas as variáveis que nos rodeiam hoje: imprensa vendida e mentirosa, políticos traidores e cidadãos omissos.

http://www.youtube.com/watch?v=mHKWoE8qyu0&feature=player_embedded

Dois Pesos e Duas Medidas

A campanha eleitoral para Presidente da República já está a todo vapor, embora a legislação só a confirme daqui a mais uns meses. Com isso, temos, de novo, a volta de monstros antigos e nefastos. Para mim, dois deles são ameças devastadoras - Falo da tentativa de manipulação da população pelos meios de comunicação e do uso do poder econômico. Às vezes não se pode distingui-los - grandes empresas de comunicação (Globo, Folha, Estadão...) não têm qualquer pudor, nem medo de utilizar um para atingir o outro.
Pela primeira vez - ou talvez não - vemos unidos mídia e elementos 'bastiões' da justiça descaradamente organizados para atingir um Presidente da República. As provas disso são inúmeras: entrevistas, declarações e ações. Todas elas com um objetivo comum: atacar a imagem e o governo do Presidente Lula.
Pela primeira vez na história temos um Presidente que se preocupa não apenas com o país, mas, sobretudo, com os menos favorecidos, que se preocupa em refazer a independência do país - quase destruída por governos submissos, incorretos, manipulados e discriminatórios, que, antes de Lula, tanto nos acostumamos a ver e permitir.
A composição dessas ameaçãs, contudo, nunca teve uma configuração tão clara. Jamais peitaram a lei tão aberta e claramente. Jamais andaram tão confortavelmente à luz do dia. Nunca tanta certeza da conivência de tantos ramos da justiça.
Para comprovar estes fatos basta comparar ações e comportamentos da mídia e da justiça:
  1. Outro dia, o TRE emitiu um voto de um de seus juízes, o qual mereceu a 'atenção jornalística' através de um dos seus 'valorosos soldadinhos', o jornalista Merval Pereira. Isto, claro, compunha o estilo preferido da Globo de fazer política (buscam declrações de alguma autoridade para iluminá-las aos seus moldes, praticamente gritando-a como se fosse sua). O voto do ministro atacava frontalmente a vontade do governo Lula em fazer o seu sucessor. Era como se esse desejo afrontasse a nossa Constituição, ofendesse os nossos bons costumes e aviltasse inadimissivelmente a lei. Esse episódio também expôs uma outra ameaça com que (pelo visto) teremos que conviver: autoridades de estado fazendo uso político de seus cargos e indevidamente acobertados pelos 'partidos de imprensa' espalhados pelo Brasil. Aqui nós temos a existência de três ameças em um único fato. A imprensa usando de seu poder, a tentativa de manipulação e o desvirtuamento político de autoridades de estado.
  2. O jingle da Globo. O que mais me admira nessa nefasta empresa é o seu pragmatismo em seus métodos de atacar um governo popular. A Globo, amplamente sedimentada em todo país, tem uma estratégia clara e simples: (não ache que é a de divulgar notícias) é a de distorcer fatos, apresentá-los como mentira para que possam carregar suas 'verdades'. Isso se executa recorrentemente nos jornais da emissora. Eles fazem o seguinte: dão uma notícia, que em si não teria o poder de agredir o governo, mas, junto à notícia, fazem uma pequena observação de um fato que não tem consistência suficiente para distorcer a notícia em si, mas é apresentado como se tivesse ( isso tudo acompanhado de caras e bocas dos seus 'importantes' apresentadores). Essa combinação cria uma 'confusão de caráter negativo' para (via de regra) o governo do Lula. O intenção é atuar sub-liminarmente e, com isso, safar-se de possíveis ações judiciais, pois, o fato nebuloso vai dar o devido conforto aos juízes que tenham de decidir em favor dela. É claro, sem algo gritante, é muito mais difícil convencer certos ramos do judiciário. O episódio do jingle pró-Serra, foi a síntese dessa estratégia: 'nós podemos mais', o número 45 ( coincidentemente é o de Serra) as cores usadas no clipe musical (igual as cores do PSDB). Vejam, para tudo há uma justificativa aparentemente perfeita: 'isso foi feito antes da escolha dos candidatos, nós estamos completando 45 anos, usamos as cores da bandeira. Para um menos atento, isto é suficiente para explicar o fato, mas é só olhar sob outro ângulo, que a sujeira está lá.
  3. O uso do poder econômico. A Globo, dificilmente se livra dessa ferramenta, pelo contrário é a preferida dela. A história da Globo é nauseante e seu presente apenas revela sua genética. A mostra mais recente dessa faceta está na oposição à usina de Belo Monte. Neste episódio a empresa, em harmonia com alguns membros do judiciário, vem atacando - ao seu estilo - o governo de quem se elegeram inimigos. Vejam só: no governo FHC o Brasil viveu, literalmente, uma era de trevas. A imcompetência e o mal uso dos recursos públicos nos levaram a ter que andar às escuras pelas ruas, mostrando, com isso, que a política energética do Estado precisava mudar. O Lula entrou e fez o que tinha que fazer: construiu usinas, diversificou a matriz energética e planejou a execução da hidrelétrica de Belo Monte - uma necessidade inadiável da nação. Pois, bem, a Globo, a despeito dos interesses do país, mas sempre com a intenção de atacar Lula e seu governo, passou a dar desmedida importância a desconsideráveis protestos contra o empreendimento. Em um caso, inflou a quantidade de manifestantes que participaram de um ato com o manipulado diretor holiwoodiano do filma Avatar (James Cameron). No evento havia apenas umas duzentas pessoas e a empresa bradava mais de 700 pessoas no protesto. Ora, para comprovar minha tese, o protesto aconteceu, foi um fato, ele aconteceu, mas não na proporção que a Globo quis dar. A empresa também destacou com os seus holofotes toda a biografia do incauto diretor de cinema, embora soubesse da necessidade e importância do projeto para o Brasil.

Nosso país está a beira de ser entregue a esses grupos, caso a Dilma perca a eleição. Como se pode ver não há absolutamente nada que habilite essas pessoas, ou empresas a cuidar dos interesses nacionais, pois, elas não se sentem nem agem como verdadeiros brasileiros e isso se comprova todos os dias.

Há também o fato do comportamento da mídia, agindo como verdadeiros partidos políticos, entretanto sem as restrições de qualquer um desses. Acobertados pela distorcida figura da 'liberdade de imprensa', esses partidos virtuais agem com a devida conivência de nossa justiça, que não se faz de rogada ao imputar ao Lula multas sempre que é acionada pelos partidos oposicionistas.

Talvez isso aconteça em decorrência da estratégia vencedora da distribuição dos veículos de difusão de informação no país. Um belo exemplo disso é o que acontece aqui, no Rio Grande do Norte: temos quatro repetidoras de TV, ligadas à Globo, Bandeirantes, SBT e Record. Todas ligadas a um partido político de direita, é claro. A que é ligada à Rede Record, por exemplo, funciona como um palanque eterno do senador José Agripino, que, por coincidência, é dono da vertente local da emissora, assim como uma rede de emissoras de rádio pelo estado. Hoje, se você for procurar pelo nome do senador José Agripino como um dos donos desse império, não vai encontrar. Deve estar em nome de algum parente. A TV do senador faz entrevistas quase diárias com o político ou com algum de seus filhos que também são políticos. Todo ato ou evento comum da vida dele se transforma em 'notícia'. Não bastam seus inócuos discursos transmitidos pela TV Senado. A justiça eleitoral, é claro, nada faz.

A grande mídia brasileira, ao eleger Collor e FHC, tiveram a certeza que mandavam no país, mas veio o Lula em dose dupla e eles ficaram confusos, mas raivosos. Nestas eleições, tentarão determinar, de todas as maneiras, o resultado e nós, como brasileiros devemos empregar toda a nossa energia para vencer esta batalha. Seremos nós contra eles. Seremos o povo contra os ricos. Seremos nós contra os que querem vender nossa pátria. Seremos nós contra aqueles que querem sufocar para poder enricar ainda mais. Seremos nós contra aqueles que detestam os humildes. Seremos nós contra aqueles que querem entregar as nossas riquezas e limitar o nosso direito de existir e de sermos representados por pessoas como nós. Votemos contra os preconceituosos, contra os que dizem que o povo cheira mal, votemos contra a volta da desgraça.